Os processos de liderança foram olhados através dos seus atores, e contexto e agora vamos olhá-los, com a ajuda da Maria João Freitas, em termos metodológicos.
Planeamento tem como base os princípios que já foram partilhados ao longo do portefólio.
Num processo de navegação à vista é fundamental que não se perca o rumo, o objetivo da ação.
É um processo de formular e reformular o processo de intervenção, estando atento aos resultados da análise em rede em que estamos inseridos. Promover um processo de relação de confiança, de afinamento da missão e o contextualizar. Existem preocupações técnico-cientificas, mas também de relações interpessoais. É a aliança de conhecimentos que permite o desenvolvimento do planeamento.
O planeamento não é linear. É experimentar e voltar atrás, tentar fazer com que a solução possa ser mais eficaz e eficiente.
Na Governação Integrada o planeamento e o tempo são dois fatores que muitas vezes se cruzam. O tempo da governação integrada não se compadece com o tempo das políticas de planeamento e financiamento.
Planeamento é uma estratégia de capacitação para a ação. Mas tem de ter em conta também os processos, as dinâmicas, as forças, as lideranças.
Na fase do Planeamento pergunta-se aos atores participantes: em que medida o que fiz e o que me proponho realizar tem por fundamento o que foi feito, como foi feito e quais os resultados?