Para além de qualquer forma, ou documento, foi Rui Marques que na prática mostrou algumas das metodologias de intervenção.
Para além da confiança de partida, pois antes mesmo de conhecer os formandos confia que estes têm conhecimentos para partilhar, as técnicas de participação ajudam a compreender a sua forma de liderança.
Trouxe sem medo experiências que ilustraram a prática da teoria apresentada. Manifestando assim como é possível o desenvolvimento da proposta de intervenção que protagoniza.
Deixou na primeira sessão de trabalho um desafio. Mas, partindo do principio que os seus formandos poderiam ter esquecido o trabalho de casa, dias antes da entrega, recorda a proposta de trabalho, ajustando alguns instrumentos para apresentação do mesmo.
Possibilitou a quem se recordava, e realizou o trabalho, ter diretrizes para a apresentação, e por outro lado, para quem não tinha tido hipótese de realizar, ou estaria eventualmente esquecido, ter a oportunidade de ser recordado do desafio.
Partir do principio que é necessário ajustar e motivar os participantes, sem julgamentos nem sentido critico (já se sabe que ninguém vai ler, mas envia-se da mesma forma, só para a culpa ficar do outro lado), é a estratégia, nesta forma de governação, de envolver, de recordar e chamar à participação.
Pegando no desafio lançado, promove a participação reflexiva, e com os inputs do grupo, para um enriquecimento do trabalho efetuado de forma académica, mas participativa.
Mostra, desta forma, como esta estratégia de intervenção, não exclui nem dispensa os participantes, sejam a população, os peritos ou os cidadãos.
Outra estratégica metodológica de promoção de participação foi a dos "Prós e Contras". Sobre o tema em reflexão, fez-nos colocar no lugar do outro. Forma de reflexão e consolidação de conceitos em discussão.
Em modo World Café houve a possibilidade de encontrar espaços de reflexão, sem termos os pontos de partida iguais. Ajuda a elasticidade de reflexão, que esta estratégia de navegação à vista obriga.
Regar a partilha de conhecimentos académicos com experiências do real, da nossa intervenção, demonstra a possibilidade de realidade da intervenção.
Encontrar o compromisso obriga à participação, ao acordo, ao compromisso, de resolver problemas em conjunto.
Este conceito de modelo colaborativo convida à participação multinível e inter-institucional.
"(...)contribuir para abrir novos horizontes de maior eficiência e eficácia na resolução de problemas sociais complexos." in Nota de Abertura, Marques, Rui 2014, pp5
As sessões de trabalho do líder formativo são um modelo prático de renovação estratégica, arquitetura de estrutura e de processos e cultura organizacional, que convida a fazer sentir confortável na aprendizagem.
Pegando no desafio lançado, promove a participação reflexiva, e com os inputs do grupo, para um enriquecimento do trabalho efetuado de forma académica, mas participativa.
Mostra, desta forma, como esta estratégia de intervenção, não exclui nem dispensa os participantes, sejam a população, os peritos ou os cidadãos.
Outra estratégica metodológica de promoção de participação foi a dos "Prós e Contras". Sobre o tema em reflexão, fez-nos colocar no lugar do outro. Forma de reflexão e consolidação de conceitos em discussão.
Em modo World Café houve a possibilidade de encontrar espaços de reflexão, sem termos os pontos de partida iguais. Ajuda a elasticidade de reflexão, que esta estratégia de navegação à vista obriga.
Regar a partilha de conhecimentos académicos com experiências do real, da nossa intervenção, demonstra a possibilidade de realidade da intervenção.
Encontrar o compromisso obriga à participação, ao acordo, ao compromisso, de resolver problemas em conjunto.
Este conceito de modelo colaborativo convida à participação multinível e inter-institucional.
"(...)contribuir para abrir novos horizontes de maior eficiência e eficácia na resolução de problemas sociais complexos." in Nota de Abertura, Marques, Rui 2014, pp5
As sessões de trabalho do líder formativo são um modelo prático de renovação estratégica, arquitetura de estrutura e de processos e cultura organizacional, que convida a fazer sentir confortável na aprendizagem.