Os desafios são colocados não só às entidades mas, acima de tudo, às pessoas.
Centrado na questão dos pontos de partida e definição de estratégias diferentes, o Grupo do Atendimento Articulado tem técnicos com diferentes áreas de intervenção (ainda que por definição sejam interventores sociais com respostas à Comunidade), territórios de intervenção comuns, e tem formas, princípios e enquadramentos diferentes
É um fato que a intervenção territorial tem temporalmente uma história, mas também é verdade que a dinâmica dos representantes das entidades é, ao longo do tempo, diferente.
O desafio da liderança no desenvolvimento do modelo de intervenção no território é encontrar estratégias para fazer sentir a diferentes velocidades, a diferentes tempos, que o modelo de Governação Integrada pode ser a prática da intervenção ajustada.
Apesar de sentida pelas entidades parceiras como A forma de intervenção, apesar de alguns técnicos teoricamente a referenciarem como O modelo, a prática dos envolvidos no processo, manifesta regularmente falta de maturidade no desenvolvimento da ação institucional, ou no próprio Grupo de Trabalho.
Só uma coordenação que combata as redundâncias, lacunas e incoerências no processo pode abrir caminho para novas estratégias de olhar para os modos de intervir nos problemas sociais complexos.
Encontrar uma liderança que promova o desenvolvimento dos parceiros em Relação, Responsabilidade, Confiança e Cooperação obriga a sair regularmente do caminho que está a ser realizado.
De forma a que nenhum dos parceiros perca o caminho, não se sinta preso ao constante retrocesso e processo de solidificação da intervenção e possa ser um navegador à vista, é necessária a certeza de que queremos experimentar este caminho ou, pelo menos, que caminho não queremos manter e porquê.
De forma a que nenhum dos parceiros perca o caminho, não se sinta preso ao constante retrocesso e processo de solidificação da intervenção e possa ser um navegador à vista, é necessária a certeza de que queremos experimentar este caminho ou, pelo menos, que caminho não queremos manter e porquê.
Cada representante das entidades presentes tem a sua visão sobre o Modelo de Governação a adotar na intervenção.
Cada representante das entidades tem uma definição, análise, reflexão e conceito sobre as formas de governação a utilizar para os consensuais Problemas Sociais Complexos.
Pensar que os representantes das entidades são aqueles que acreditam no Modelo aqui protagonizado de Governação Integrada é pensar ao lado da realidade de intervenção nos territórios.
São interventores sociais que, destacados por seu próprio interesse ou por interesses institucionais, representam as entidades de origem, os seus Modelos de Intervenção, a sua Missão, as suas competências,os seus constrangimentos e resistências.
Encontrar o Significado e a Assunção de Compromisso são os desafios neste contexto de desenvolvimento.